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Nome de Fábio Novo se mantém entre os mais lembrados e transforma mandato em presença nas comunidades

Com atuação voltada para cultura, educação, trabalho, autonomia das famílias e participação popular, candidato a deputado estadual pelo 13111 apresenta um mandato construído com ações que chegam diretamente à vida das comunidades

Quando uma pesquisa espontânea pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar sem apresentar uma lista de candidatos, cada nome lembrado carrega uma história. No caso de Fábio Novo, candidato a deputado estadual pelo 13111, a presença recorrente entre os nomes citados pode ser relacionada a uma trajetória construída ao longo de anos de atuação política e contato direto com comunidades de diferentes regiões do Piauí.

Na pesquisa mais recente do Instituto Datamax, divulgada em 21 de setembro, Fábio Novo aparece com 1,42% das citações espontâneas para deputado estadual. O levantamento mostra, ao mesmo tempo, o elevado grau de indefinição do eleitorado: 55,33% dos entrevistados não indicaram espontaneamente nenhum candidato. Foram ouvidos 1.200 eleitores em 58 municípios piauienses, entre os dias 14 e 19 de setembro.

Mais do que transformar o número em discurso eleitoral, o dado ajuda a colocar em evidência uma questão central: o que faz um nome permanecer na memória do eleitor?

Para Fábio Novo, a resposta está no trabalho realizado fora dos períodos eleitorais e na defesa de políticas públicas que procuram transformar orçamento em oportunidade, especialmente para quem historicamente teve menos acesso às decisões e aos investimentos públicos.

Orçamento que escuta quem mais precisa

Um dos exemplos dessa concepção é a defesa do Orçamento Participativo Digital (OPA). O programa permite que entidades comunitárias apresentem propostas e que a população participe da escolha das obras e serviços considerados prioritários. Na edição 2025-2026, foram registrados 273.890 votos válidos, com 128 propostas eleitas e previsão de R$ 87 milhões em investimentos.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, Fábio Novo destacou justamente esse aspecto do OPA: associações de moradores e conselhos comunitários participam da escolha daquilo que consideram necessário para suas comunidades, incluindo obras de infraestrutura, esporte, cultura e lazer.

É uma mudança importante de lógica: a comunidade deixa de ser apenas destinatária de uma decisão tomada de cima para baixo e passa a participar da definição das prioridades.

E essa experiência vem ganhando escala. Desde sua criação, em 2023, o OPA já mobilizou centenas de entidades comunitárias, milhares de propostas e centenas de milhares de votos. A experiência chegou a ser apresentada ao Governo Federal como referência de participação popular na definição dos investimentos públicos.

Vulnerabilidade não pode ser sinônimo de dependência

Essa mesma visão aparece na atuação de Fábio Novo em defesa da autonomia econômica das famílias.

Um exemplo é a Lei Estadual nº 8.120/2023, de sua autoria, que instituiu o Selo de Responsabilidade Social Mais Mulheres, destinado a reconhecer empresas, órgãos públicos e instituições sociais que desenvolvam ações de formação, qualificação e inserção no mercado de trabalho de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

A proposta parte de uma compreensão direta: combater a violência também significa criar condições para que a mulher possa reconstruir a própria vida com independência financeira, qualificação profissional e acesso ao trabalho.

Por isso, a atuação parlamentar defendida por Fábio Novo coloca a população vulnerável dentro do planejamento e do orçamento público não como objeto de favor, mas como prioridade de investimento e de cidadania.

Da cultura à geração de renda

A cultura também ocupa espaço importante nessa trajetória. Em Bom Jesus, o Festival de Rabeca se tornou um dos exemplos de como a programação cultural pode alcançar públicos diversos e movimentar a vida comunitária.

A realização de uma noite de louvor com Anderson Freire durante o XVII Festival de Rabeca foi recebida com manifestações positivas de internautas, que destacaram a oportunidade de acesso a um grande artista e a importância de iniciativas culturais e religiosas para a comunidade.

Para Fábio Novo, cultura não deve ser tratada como algo secundário. Ela movimenta pessoas, fortalece identidades, cria oportunidades e aproxima diferentes públicos.

O mesmo princípio aparece quando ações aparentemente simples chegam à zona rural e ajudam uma família a produzir e gerar renda.

Em Avelino Lopes, Dona Jucileide passou a utilizar um kit de irrigação para produzir tomates. Segundo o relato divulgado pelo parlamentar, a produção permite uma renda de aproximadamente R$ 500 a R$ 600 por sábado com a comercialização dos produtos.

É um exemplo pequeno diante dos grandes números do orçamento público, mas enorme para quem depende daquela produção para sustentar a casa.

E é justamente aí que o discurso sobre investimento público ganha rosto e história.

O mandato como ponte entre o recurso e a vida real

A trajetória que Fábio Novo apresenta ao eleitor passa por essa tentativa de conectar a política institucional à vida cotidiana: uma obra escolhida pela comunidade, uma mulher que conquista autonomia para recomeçar, uma família que encontra na produção rural uma fonte de renda, um festival que preserva uma tradição cultural ou um projeto que abre novas possibilidades para crianças, jovens e trabalhadores.

Nesse modelo, a política não termina na votação de uma lei ou na destinação de uma emenda parlamentar. Ela precisa chegar ao bairro, à zona rural, à associação comunitária, à escola, ao espaço cultural e à casa das famílias.

É essa lógica que Fábio Novo leva para a campanha de 2026.

O 13111 aparece, assim, associado a uma proposta de continuidade de um trabalho que procura colocar pessoas e comunidades no centro da definição das prioridades públicas — com cultura, educação, trabalho, participação social e autonomia como instrumentos de transformação.

Porque, quando o orçamento público consegue chegar a quem precisa, ele deixa de ser apenas uma planilha de números.

Vira oportunidade. Vira renda. Vira dignidade. Vira participação. E, sobretudo, vira resultado na vida real.

Para deputado estadual, Fábio Novo é 13111.

Texto: Damatta Lucas / Imagem: Rede Social

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