Fábio Novo 13111 transforma cultura em bandeira e faz a tradição do Piauí ganhar palco, memória e futuro

Da rabeca de 300 anos em Bom Jesus à Casa do Artesão Mestre Albertino, candidato aposta na cultura como instrumento de identidade, oportunidade e valorização de quem mantém viva a história do Piauí
A cultura que não pode morrer
Faltam 11 dias para a eleição, mas a contagem regressiva de Fábio Novo, candidato a deputado estadual pelo 13111, também passa por uma bandeira que ele vem colocando no centro de sua atuação: a cultura como política pública, como memória e como oportunidade para milhares de piauienses.
E não se trata apenas de falar de cultura. A aposta é colocar recursos, estrutura e visibilidade em manifestações que carregam a identidade do Estado. O exemplo mais recente veio de Bom Jesus, no Sul do Piauí, onde o XVII Festival de Rabeca transformou a tradição de três séculos em uma grande celebração popular.
Durante cinco dias, a rabeca — instrumento que atravessa gerações e permanece incorporado à história cultural de Bom Jesus — voltou a ocupar o centro do palco. A programação reuniu música, tradição, fé e cultura popular e teve no encerramento uma atração que levou uma multidão à Praça da Serra Nova: Padre Fábio de Melo.
O resultado apareceu também nas manifestações do público nas redes sociais. Internautas agradeceram pela programação, destacaram os momentos vividos durante o festival e compararam o espetáculo a outras grandes atrações que já passaram pelo evento. Houve quem classificasse a apresentação como especial e quem agradecesse pela oportunidade de participar de uma noite marcada por música e espiritualidade.
“Fechamos o 17º Festival das Rabecas alimentando a fé!”, registrou Fábio Novo ao comentar o encerramento. E acrescentou uma frase que resume o espírito do evento: “Uma multidão veio para cantar e celebrar o amor do Pai.”
Mas a cultura defendida por Fábio Novo não termina quando as luzes do palco se apagam.
Memória que vira política pública
Uma das iniciativas que simbolizam essa visão é a Casa do Artesão Design Mestre Albertino, espaço pensado para valorizar o artesanato piauiense, aproximando tradição, design e novos públicos.
A proposta é dar maior visibilidade a quem produz, preservar conhecimentos transmitidos entre gerações e criar novas possibilidades para o artesanato do Estado. É uma política que procura transformar aquilo que muitas vezes é visto apenas como lembrança ou tradição em identidade cultural, oportunidade e geração de renda.
A lógica também alcança a recuperação de monumentos e espaços que representam as raízes da história piauiense. Para Fábio Novo, preservar essas referências significa impedir que parte da memória coletiva desapareça com o tempo.
É o encontro de duas pontas: guardar aquilo que veio do passado e abrir caminhos para aquilo que ainda pode nascer dele.
Uma rabeca de 300 anos desafia o tempo

Em Bom Jesus, essa filosofia ganhou uma imagem poderosa. Uma tradição de aproximadamente 300 anos continua sendo passada de geração em geração. A Orquestra de Rabecas e Pífanos, formada na própria cidade e apresentada como única no Brasil, mostrou que uma manifestação cultural enraizada no passado pode continuar mobilizando multidões no presente.
É justamente aí que a política cultural ganha dimensão maior. Não se trata apenas de preservar um instrumento, uma festa ou uma manifestação artística. Trata-se de preservar a história de comunidades inteiras.
E Fábio Novo procura colocar essa agenda no debate político ao defender investimentos e políticas públicas para artistas, artesãos, produtores culturais e para as manifestações que formam o patrimônio cultural piauiense.
Do artesanato à grande festa
A atuação apresentada pelo candidato reúne diferentes frentes: recuperação de espaços de memória, valorização do artesanato, apoio a manifestações populares e realização de grandes eventos culturais.
O discurso é direto: cultura também é desenvolvimento.
É turismo, trabalho, renda, educação, identidade e oportunidade. É o artesão que precisa de mercado, o músico que precisa de palco, o mestre popular que precisa ter sua história reconhecida e o jovem que precisa encontrar na cultura uma possibilidade de futuro.
Por isso, na reta final da campanha, o 13111 procura apresentar uma mensagem que vai além da disputa eleitoral: a de que preservar a cultura é preservar aquilo que o Piauí tem de mais genuíno.
A rabeca continua tocando em Bom Jesus. O artesanato continua contando histórias. Os monumentos continuam guardando memórias. E Fábio Novo transforma essa defesa da cultura em uma das marcas de sua caminhada política.
Porque um povo pode até construir o futuro, mas não pode abrir mão de saber de onde veio.
Redação: Damatta Lucas / Imagem: Rede Social



