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Unidades de Cras Norte e Leste promovem ação de combate ao abuso sexual infantojuvenil em UBS

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio das unidades dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), promoveu mobilizações nos territórios Norte e Leste, na manhã desta quarta-feira, (26/05), referente à campanha de prevenção e enfrentamento do abuso sexual infantojuvenil. As ações aconteceram nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nas regiões Norte e Leste da capital.

As mobilizações fazem parte da campanha “Respeite-me! Meu corpo não é brincadeira! Chega de violência contra crianças e adolescentes!”, realizada em alusão a 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Segundo Carolinne Neves, gerente do Cras Norte II, as ações dos territórios Norte aconteceram, simultâneos, nas UBS do Poti Velho, Parque Wall Ferraz, Vila São Francisco e no Povoado São Vicente, com realização de palestra, panfletagem e apresentação de peça teatral.

“O objetivo desta mobilização é fortalecer a rede intersetorial e sensibilizar os profissionais da saúde, bem como o usuário, em detectar e orientar as vítimas de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes”, explica Carolinne Neves, ressaltando que a ação no Cras Norte II contou com a participação da equipe técnica do Cras, do Programa Criança Feliz e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

De acordo com Mateus Rodrigues, gerente do Cras Leste II, a mobilização promovida na unidade aconteceu na UBS da Vila Bandeirante e teve como principal objetivo conscientizar a população sobre a rede de proteção infantojuvenil.

“É de grande importância promover essa campanha, em alusão ao dia 18 de maio, para alertar e conscientizar a população, em geral, sobre a temática. A proposta é mostrar que existem sim os meios de proteção para combater tais violências contra crianças e adolescentes”, pontua.

DISQUE DENÚNCIA

Uma das formas de denunciar situações de violência contra crianças e adolescentes, inclusive, casos de abuso sexual, é pelo disque 100. A denúncia pode ser realizada de forma anônima.

“Infelizmente, a maioria dos casos de abusos ocorre por pessoas próximas da família nuclear da vítima, na qual é necessário perceber os sinais apresentados por elas diante das violências, desde um desenho até a um comportamento peculiar. Lembrando que são os CREAS em parcerias com os conselhos tutelares, que fazem o acompanhamento direto dessas famílias”, alerta Mateus Rodrigues.

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