tarcísio de freitas – Jogo do Poder https://jogodopoder.com.br Portal de Notícias - Piauí, Brasil, Política, Economia Fri, 30 May 2025 21:16:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://jogodopoder.com.br/wp-content/uploads/2025/03/images-1-150x150.png tarcísio de freitas – Jogo do Poder https://jogodopoder.com.br 32 32 No STF, Ciro Nogueira e Tarcísio negam saber de tentativa de golpe https://jogodopoder.com.br/no-stf-ciro-nogueira-e-tarcisio-negam-saber-de-tentativa-de-golpe/ Fri, 30 May 2025 21:16:31 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=4621 Os ex-ministros Ciro Nogueira (Casa Civil), hoje senador, e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), atual governador de São Paulo, disseram nesta sexta-feira (30) desconhecer qualquer envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro com alguma tentativa de ruptura institucional ou golpe de Estado. 

Os dois foram ouvidos por videoconferência como testemunhas de defesa de Bolsonaro, na ação penal sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente no poder mesmo com derrota na tentativa de reeleição, em 2022. A  audiência foi presidida pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Cotado como possível representante do bolsonarismo na próxima corrida presidencial, Tarcísio afirmou “jamais” ter tratado ou ter ouvido Bolsonaro tratar de qualquer assunto relativo a algum tipo de golpe, seja antes ou depois de eleição. “Assim como nunca aconteceu enquanto fui ministro”, acrescentou. 

Após a derrota no pleito, quando já eleito governador e afastado do governo federal, Tarcísio disse ter visitado Bolsonaro ao menos duas vezes, “por amizade”, no Palácio da Alvorada, em Brasília.

“Da mesma forma, nesse período, na reta final [do governo], nas visitas, tivemos várias conversas, jamais se tocou nesse assunto, jamais mencionou ruptura”.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) deu resposta similar, ao ser questionado pelo advogado Celso Vilardi, que defende Bolsonaro, sobre se o ex-presidente mencionou algum tipo de ruptura nos vários encontros entre os dois após a derrota eleitoral.

“Em hipótese nenhuma. Nunca aconteceu isso”, afirmou Nogueira, que é também presidente do PP. “Todas as determinações que o presidente me deu foi para que fizesse a transição da melhor forma possível”.

Assim como Tarcísio, o ex-ministro-chefe da Casa Civil voltou a relatar que Bolsonaro chegou a ficar depressivo durante o período pós-eleitoral, com “falta de interesse pela situação do país”, mas que a transição ocorreu “dentro da normalidade”, assegurou. “O presidente em momento nenhum quis obstacular qualquer situação”.

Dispensados

Estava previsto para a manhã desta sexta também o depoimento de Valdermar da Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro. O líder partidário, entretanto, foi dispensado pela defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, também réu na ação penal. 

Valdemar chegou a ser indiciado pela Polícia Federal (PF) por envolvimento na trama golpista, mas acabou depois sendo poupado na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Outras testemunhas dispensadas nesta sexta foram os ex-ministros Gilson Machado (Turismo) e Eduardo Pazuello (Saúde), que falariam a tarde como testemunhas de Bolsonaro, mas foram dispensados pela equipe de defesa do ex-presidente.

Foi dispensado também o advogado Amaury Feres Saad, apontado no inquérito policial como um dos mentores intelectuais de uma minuta de decreto com teor golpista, mas que também não foi denunciado pela PGR.

Testemunhas de Torres

Ainda nesta sexta, foi ouvido o deputado distrital Hermeto (MDB), como testemunha de defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Hermeto foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sobre os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por apoiadores de Bolsonaro.

Hermeto foi questionado sobre o motivo de não ter indiciado Torres, que era secretário de Segurança Pública do DF em 8 de janeiro, no relatório final da CPI.

“Eu não indiciei o secretário Anderson porque não vi nele a responsabilidade, porque o secretário de Segurança em exercício, o secretário-executivo [Fernando Souza de Oliveira], que estava no comando, e as forças de segurança respondiam a ele”.

A testemunha seguinte, a secretária de Desenvolvimento Social do DF, Ana Paula Soares Marra, confirmou ter participado de uma reunião no dia 6 de janeiro, junto com o general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, então chefe do Comando Militar do Planalto, e Torres. 

A pauta na ocasião, segundo ela, foi a desmobilização do acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde bolsonaristas acampavam há meses e defendiam uma intervenção militar no país. 

“No dia cinco, uma quinta-feria, eu recebi uma mensagem às oito e meia da noite, ainda tenho essa mensagem. O chefe de gabinete do secretário de Segurança Pública praticamente me convocando, dizendo que era uma reunião urgente”, contou Ana Paula.

No encontro, foram mostradas fotos que demonstraram uma relativa desmobilização do acampamento e estabelecido um plano para a retirada das pessoas do local na semana seguinte, junto com equipes de abordagem social, devido ao grande número de pessoas em situação de rua nos arredores, contou a secretária.

Entenda

A ação penal 2668 foi aberta depois que a Primeira Turma do Supremo aceitou, em março, a parte da denúncia da PGR relativa ao chamado núcleo “crucial” do golpe, composto pelo que seriam as principais cabeças do complô.

Entre os réus dessa ação penal está o próprio Bolsonaro, apontado pela PGR como líder e principal beneficiário da trama golpista, além de Torres e outros sete ex-ministros de seu governo e assessores próximos.

As testemunhas do caso começaram a ser ouvidas em 19 de maio, por videoconferência, e seguem até 2 de junho. Na tarde desta sexta, às 14h, estão marcados os depoimentos de mais quatro testemunhas de Bolsonaro.

As audiências são presididas pelo ministro Alexandre de Morares, relator do caso. Em despacho, ele proibiu qualquer tipo de gravação das audiências. Jornalistas foram autorizados a acompanhar as falas da sala da Primeira Turma, no Supremo.

Fonte: Agência Brasil – Imagem: Pedro França/Senado

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Governo Tarcísio lança programa SuperAção para combater a pobreza em São Paulo https://jogodopoder.com.br/governo-tarcisio-lanca-programa-superacao-para-combater-a-pobreza-em-sao-paulo/ Mon, 19 May 2025 20:41:08 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=4172 O governo de São Paulo lança nesta terça-feira (20) o SuperAção, um amplo programa de assistência social que reúne e amplia políticas públicas com foco na superação da pobreza no estado. A iniciativa é a mais ambiciosa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desde que assumiu o cargo em janeiro de 2023 e se inspira em modelos internacionais bem-sucedidos, especialmente o programa chileno Puente.

Historicamente associada a partidos de esquerda e a gestões petistas, como a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a área social ganha agora destaque na administração de Tarcísio. A proposta visa criar uma identidade própria e eficiente para as ações sociais do governo paulista, buscando diferenciação em relação ao Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do governo federal.

Modelo chileno e integração de políticas

O SuperAção foi desenhado com base em cerca de 60 programas internacionais, sendo o Puente, criado no Chile há duas décadas, a principal referência. Técnicos chilenos vieram a São Paulo neste mês para colaborar com a Secretaria de Desenvolvimento Social, liderada por Andrezza Rosalém, no alinhamento técnico da iniciativa.

A proposta integra 29 políticas públicas de diferentes áreas e conta com o envolvimento direto de nove secretarias estaduais, incluindo não apenas Desenvolvimento Social, Saúde e Educação, mas também Meio Ambiente, Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico.

Em recente evento com empresários em Nova York, o governador defendeu a reformulação dos programas sociais para que contemplem uma “porta de saída” para os beneficiários, incentivando a autonomia e reduzindo a dependência e os custos a longo prazo. “Existem bons exemplos em outros países, e precisamos aprender com eles”, afirmou.

Medidas concretas e foco territorial

Uma das novidades é a criação de uma nova faixa de desconto na tarifa social da Sabesp, voltada a moradores de núcleos urbanos informais que estejam em processo de regularização. O diferencial é que, nesse caso, não será necessário estar inscrito no Cadastro Único — basta residir na área elegível. A medida pode beneficiar até 1 milhão de pessoas (cerca de 300 mil famílias).

Essa ação simboliza o foco territorial que o governo quer imprimir ao programa: as políticas serão orientadas por um mapeamento local das vulnerabilidades sociais, com atuação direta de agentes sociais junto às famílias. A ideia é garantir que os cidadãos tenham acesso completo aos serviços disponíveis e que sua evolução social seja acompanhada de perto, nos moldes do que já acontece no Puente chileno.

Projeto de lei será enviado à Alesp

Para viabilizar parte das ações, será necessário o aval da Assembleia Legislativa. Por isso, no evento de lançamento, o governador também apresentará um projeto de lei que formaliza a criação e os mecanismos do programa SuperAção.

Com essa nova aposta, Tarcísio busca construir uma marca própria na área social e mostrar que políticas públicas de combate à pobreza podem ser eficazes mesmo fora do espectro tradicional da esquerda.

Edição: Damata Lucas – Imagem: Celso Silva/Governo de SP

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Aprovação do Governo Tarcísio de Freitas Chega a 66,8%, Aponta Paraná Pesquisas https://jogodopoder.com.br/aprovacao-do-governo-tarcisio-de-freitas-chega-a-668-aponta-parana-pesquisas/ Tue, 06 May 2025 17:05:41 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=3671 A gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é aprovada por 66,8% dos eleitores paulistas, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (6) pelo instituto Paraná Pesquisas.

A pesquisa ouviu 1.700 eleitores em 85 municípios do estado entre os dias 1º e 4 de maio. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Avaliação da gestão

Além da aprovação, o levantamento mediu como os eleitores avaliam a administração estadual. Os resultados mostram:

  • 49,5% consideram a gestão ótima ou boa;

  • 30,2% classificam como regular;

  • 18,4% avaliam como ruim ou péssima.

Panorama político

Os números reforçam a posição de Tarcísio como uma das lideranças políticas mais bem avaliadas no cenário estadual. O resultado também fortalece seu nome nacionalmente, num momento em que já se especula sobre as alianças e movimentações para as eleições de 2026.

Vale lembrar que o Paraná Pesquisas tem sido uma das fontes recorrentes de dados políticos no Brasil, realizando levantamentos regulares nos estados e capitais.


Metodologia

O levantamento foi realizado por telefone com 1.700 eleitores distribuídos em 85 municípios paulistas, entre 1º e 4 de maio de 2025. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Edição: Damata Lucas – Imagem: Gov de SP

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Bolsonaro indica Tarcísio, Ciro Nogueira e mais 13 testemunhas em processo no STF https://jogodopoder.com.br/bolsonaro-indica-tarcisio-ciro-nogueira-e-mais-13-testemunhas-em-processo-no-stf/ Tue, 29 Apr 2025 17:34:13 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=3405 O ex-presidente Jair Bolsonaro indicou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e mais 14 testemunhas de defesa, incluindo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), na ação penal do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista.

Bolsonaro enviou nesta segunda-feira (28) ao Supremo a defesa prévia do processo após ser intimado na semana passada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, onde se recupera de uma cirurgia no intestino.

Além do governador paulista, Bolsonaro arrolou o ex-ministro da Saúde e atual deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

ex-presidente também indicou o general de Exército Gomes Freire, o brigadeiro Batista Júnior e o ex-diretor de tecnologia do TSE Giuseppe Janino, responsável pelas urnas eletrônicas.

No documento enviado ao STF, por meio de seus advogados, Bolsonaro também reclamou de ter sido intimado na UTI do hospital.

“A citação foi realizada de forma contrária ao quanto estipula o artigo 244 do CPC e ocorreu contra a orientação e apesar das advertências dos médicos responsáveis pelo tratamento e internação do peticionário, situação que, todavia, não foi registrada nos autos na certidão lavrada”, afirmou a defesa.

No dia 11 deste mês, o ministro Alexandre de Moraes determinou a intimação de todos os denunciados do núcleo 1 que viraram réus após o julgamento da Primeira Turma da Corte. As intimações foram concluídas entre os dias 11 e 15 de abril, exceto no caso de Bolsonaro, que passou mal no dia 12 e foi submetido a cirurgia nos dias seguintes. Diante do estado de saúde do ex-presidente, o STF esperava uma data adequada para intimá-lo. Contudo, Bolsonaro realizou uma live na terça-feira (22) direto da UTI, e o Supremo determinou que um oficial de Justiça fosse ao hospital no dia seguinte.

Acusação

Em março deste ano, Bolsonaro e mais sete denunciados pela trama golpista viraram réus no STF e passaram a responder a uma ação penal pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Conforme a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR)Bolsonaro tinha conhecimento do plano intitulado “Punhal Verde Amarelo”, que continha o planejamento e a execução de ações para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

A procuradoria também garante que o ex-presidente sabia da minuta de decreto com o qual pretendia executar um golpe de Estado no país. O documento ficou conhecido durante a investigação como “minuta do golpe”.

Fonte: Agência Brasil – Imagem: Antônio Cruz

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Governo de São Paulo publica edital de concurso público para alunos-oficiais da PM https://jogodopoder.com.br/governo-de-sao-paulo-publica-edital-de-concurso-publico-para-alunos-oficiais-da-pm/ Fri, 25 Apr 2025 21:08:12 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=3244 O governo de São Paulo publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta quinta-feira (24) o edital do concurso público para 165 vagas de alunos-oficiais da Polícia Militar. As inscrições começam na próxima segunda-feira (28) exclusivamente por meio do site da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O prazo termina em 2 de junho.

Para participar do concurso, os candidatos precisam atender aos requisitos do edital, como ter entre 17 e 30 anos, estar em dia com os certificados eleitorais e militares e atender aos critérios de altura mínima: 1,55m para mulheres e 1,60m para homens. A remuneração básica inicial para o cargo de aluno-oficial é de R$ 4.833,27.

Segundo o documento, os exames podem ser realizados em 11 municípios do estado, sendo na capital paulista, Araçatuba, Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preso, São José dos Campos e Sorocaba. Veja mais detalhes do edital.

O valor da inscrição é de R$ 150 e pode ser pago até o 1º dia útil subsequente ao término do período de inscrições por meio do Pix ou boleto bancário.

A prova objetiva está marcada para acontecer em 13 de julho. Serão 80 questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada uma, nas áreas de ciências humanas e tecnologia, história, filosofia, sociologia, geografia, linguagens e códigos, língua portuguesa e inglesa ou espanhola, matemática e ciências da natureza, física, química, biologia, conhecimentos específicos, noções de administração pública e de informática.

Após todas as fases concluídas, os aprovados devem iniciar no próximo ano graduação e bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, localizada na zona norte de São Paulo, e serão avaliados por meio de provas físicas e teóricas. A duração do curso é de quatro anos.

Fonte: Agência SP

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Governo Tarcísio de Freitas investe em laboratório pioneiro no país que ‘constrói’ perfil de autores de homicídios e crimes sexuais https://jogodopoder.com.br/governo-tarcisio-de-freitas-investe-em-laboratorio-pioneiro-no-pais-que-constroi-perfil-de-autores-de-homicidios-e-crimes-sexuais/ Tue, 22 Apr 2025 21:42:34 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=3098 A morte de uma mulher no bairro São Lucas, na zona leste de São Paulo, deixou os moradores assustados. O crime aconteceu em julho do ano passado. O corpo da vítima, de 35 anos, foi encontrado dentro de um carro. Àquela altura, ainda não havia suspeitos ou qualquer informação sobre o responsável pelo crime. O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionado para investigar o caso e identificar o criminoso.

Por causa da complexidade do caso, o Laboratório de Perfilamento Criminal do DHPP foi acionado pelos investigadores. A equipe do laboratório usa técnicas de observação e investigação comportamental para identificar o criminoso. Além disso, também traça o perfil da vítima, ajudando a entender as motivações por trás do crime.

Na época, a equipe iniciou a investigação ainda no local do crime, analisando a cena do homicídio e coletando as evidências por meio de uma série de indícios.

Os investigadores analisaram uma série de elementos: desde câmeras de segurança — onde foi possível observar as características do autor, a escolha do local do crime, os ferimentos na vítima e outros detalhes que ajudaram a construir o perfil do criminoso. Em poucas horas, os policiais conseguiram traçar o perfil do principal suspeito.

Com as informações obtidas pela equipe, os investigadores puderam descartar o envolvimento do primeiro suspeito, que não condizia com o perfil traçado pelos policiais do laboratório.

O assassino da mulher foi identificado e teve 100% de compatibilidade com o perfilamento descrito no relatório que a equipe do laboratório apresentou durante as investigações. O criminoso, que teve um envolvimento amoroso com a vítima, permanece preso por feminicídio.

As técnicas utilizadas pela equipe auxiliam em casos de homicídios e crimes de cunho sexual investigados pelo DHPP. O trabalho dos perfiladores não exclui a atuação do investigador, delegado ou perito. Ele complementa a investigação, oferecendo uma visão diferenciada que ajuda a entender as motivações que levam ao cometimento do crime.

O psicólogo e perito, coordenador do laboratório, Christian Costa, destacou que o trabalho de perfilamento exige uma análise muito detalhada da cena do crime. Somente aqueles com treinamento em perfilhamento criminal e análise comportamental conseguem chegar a conclusões com maior agilidade.

“Quando um cadáver é encontrado e não há suspeitos, há elementos que constam no campo comportamental e técnico na cena do crime. As decisões tomadas pelo autor, deixam ali um DNA comportamental “, explicou o coordenador. “Cada passo dado pelo criminoso na cena do crime reflete uma decisão. Cada atitude e comportamento dele estão claramente evidenciados na cena”, afirmou.

Pioneiro no Brasil, o laboratório busca alcançar técnica própria

Implantado pelo governador Tarcísio de Freitas, o laboratório de perfilamento criminal do DHPP é o primeiro do Brasil e atua há mais de um ano, sendo decisivo na identificação de autores e no esclarecimento de crimes.

A criação do setor especializado surgiu da necessidade de analisar casos de maneira diferente. Segundo a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, a ferramenta complementa o trabalho investigativo.

“Precisávamos de uma equipe que, além do conhecimento policial, tivesse expertise no comportamento humano. Queríamos entender o que falhou na investigação ou até mesmo o que deixamos passar”, explicou a delegada. “Então, buscamos referência nessa técnica, amplamente utilizada nos Estados Unidos, e a adaptamos para a realidade brasileira”, acrescentou.

Embora a técnica seja inspirada em modelos internacionais, a equipe está desenvolvendo um protocolo próprio que se adeque aos tipos de crimes ocorridos no Brasil.

“As técnicas aplicadas aqui são frequentemente modeladas às decisões do criminoso. O laboratório tem a preocupação de ter o nosso entendimento a partir de cada caso para a gente responder efetivamente”, disse Christian Costa. “Nosso objetivo é buscar informações detalhadas, analisando os elementos com atenção às particularidades de cada caso.”

A perita criminal, Alessandra Moraes, explicou que o laboratório analisa, como parte do método, os vestígios encontrados na cena do crime e cruza com as informações colhidas nos depoimentos. “O que precisamos para levantar o perfil de um criminoso é enxergar a cena do crime como um resultado de um comportamento. Cada ação é consequência de uma série de decisões”, contou a perita. “Ao entender essas decisões, conseguimos traçar o perfil do criminoso.”.

Além do coordenador do grupo, a equipe é composta por profissionais capacitados, incluindo uma delegada, investigadores, psicólogos, estagiários, peritos, advogados criminalistas e criminólogos e fotógrafos especializados em cenas de crime. Eles já auxiliaram em 11 casos.

Levantamento do perfil da vítima

“Por que a vítima estava naquele local? Para onde foi levada? De qual forma? Ela foi atraída por algum tipo de armação?” Essas são algumas das perguntas que os agentes buscam responder para entender o perfilamento da vítima.

“Compreender o comportamento da vítima em relação ao crime é importante para a gente começar a traçar alguns parâmetros comportamentais do autor também”, informou o investigador Lucas Martins, membro do laboratório. “As atitudes da vítima nas últimas 24 horas podem trazer caminhos ainda não explorados, além de ajudar a reconstruir o comportamento do autor”, prosseguiu.

O laboratório realiza o perfilamento da vítima por meio do estudo da vitimologia, que é uma área da criminologia que investiga as vítimas de crimes e os impactos desses eventos. Esse estudo não apenas examina as características das vítimas, mas também analisa a interação entre elas e os agressores, além de considerar o papel da sociedade e do sistema judicial nesse contexto.

Ética e respeito na análise comportamental

O laboratório do DHPP é comprometido com a ética e o respeito no perfilamento. O trabalho é baseado na consulta da legalidade dos procedimentos éticos e morais frente à família e ao direito de ampla defesa do investigado.

“Nós temos muita preocupação em não perpassar o preconceito, em não atravessar questões de foro íntimo e questões de minorias. O nosso papel é técnico-científico, com base na observação do comportamento”, ressaltou o coordenador do grupo.

De acordo com a portaria que solicita a criação do setor de análise comportamental e criminal, os procedimentos devem ser realizados dentro dos limites da lei, respeitando os direitos fundamentais dos envolvidos. “Aqui, garantimos a dignidade do suspeito e seus direitos fundamentais. Nosso trabalho tem o cuidado de evitar qualquer estigmatização”, concluiu Ivalda Aleixo.

Fonte: Agência SP – Foto SSP-SP

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Governo de Tarcísio de Freitas paga R$ 544 milhões em bônus a 159.430 professores e servidores da rede estadual paulista https://jogodopoder.com.br/governo-de-tarcisio-de-freitas-paga-r-544-milhoes-em-bonus-a-159-430-professores-e-servidores-da-rede-estadual-paulista/ Thu, 17 Apr 2025 21:10:37 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=2930 O governo de São Paulo agendou para 25 de abril o pagamento, em parcela única, do bônus a servidores da rede estadual de ensino. O pagamento é referente ao desempenho das escolas estaduais no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) em 2024.

Desta vez, serão depositados R$ 544 milhões — valor 161% a mais do que o pago no ano passado, quando foram repassados R$ 208 milhões. O número de funcionários que bateu a meta e tem direito à bonificação também aumentou. Neste ano, 159.430 servidores, entre professores, dirigentes, diretores e equipes das escolas, receberão o benefício, contra 39,2 mil na última edição.

O valor médio do pagamento é de R$ 3.415,00. O maior bônus pago a um funcionário da rede neste ano será de R$ 33.543,32, para um diretor de escola.

Das 5.000 escolas estaduais, 1.523 alcançaram a meta ouro ou a meta diamante.

O aumento do valor e do número de servidores beneficiados é resultado direto da melhora dos resultados educacionais. Após uma década, São Paulo avançou em língua portuguesa e matemática em todos os anos avaliados no Saresp. Destaque para o 2º ano do Ensino Fundamental com crescimento de 45,3% em matemática e 28% em língua portuguesa na comparação com a prova de 2023.

“Os índices são positivos e são resultado direto do esforço de toda a rede nos últimos dois anos. A última edição do Saresp também registrou aumento da participação de estudantes na comparação com 2023. O valor também é resultado de mudanças que fizemos no cálculo. Até a última edição, o bônus era definido pelo rendimento apenas das provas de língua portuguesa e matemática das séries finais dos ciclos – 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio. Com a mudança, pudemos reconhecer e distribuir com mais equidade o papel de cada professor e profissional na aprendizagem e avanços de nossos estudantes”, explica o secretário da Educação, Renato Feder.

Como é realizado o cálculo

A partir deste ano, o cálculo é feito com base nas notas dos estudantes de todas as séries e disciplinas avaliadas no Saresp do Ensino Fundamental e Médio e nas metas por escola. São computadas a evolução na aprendizagem, a frequência do aluno e a participação dos estudantes no Saresp e Provão Paulista Seriado.

As metas por unidade de ensino servem de baliza para estipular o valor a ser pago a docentes dos anos iniciais do Ensino Fundamental e de disciplinas que não estão no Saresp e Provão Paulista Seriado (tais como Educação Física, eletivas e itinerários do Ensino Médio), além de gestores e profissionais do quadro de apoio e projetos.

Já para professores regentes de disciplinas avaliadas, a apuração dos resultados é proporcional à carga horária. Para aqueles que atribuem em mais de uma escola ou, ao mesmo tempo, em disciplinas avaliadas e não-avaliadas (tais como matemática e educação financeira), a composição do benefício é a ponderação entre a meta escola e a meta disciplina.

Escolas e professores que alcançarem 100% da meta foram bonificadas na classificação “diamante”, com uma bonificação de dois salários. Já no índice “ouro”, de 50%, o bônus é de um salário. Para garantir a igualdade de acesso ao bônus, e considerando as disparidades na rede, as metas foram ajustadas a cada escola e disciplina a partir de fatores como ciclo, vulnerabilidade e quantidade de estudantes matriculados por unidade.

Fonte: Agência SP

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Aprovação do governo de Tarcísio de Freitas chega a 61% em SP https://jogodopoder.com.br/aprovacao-do-governo-de-tarcisio-de-freitas-chega-a-61-em-sp/ Thu, 10 Apr 2025 18:26:08 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=2658 A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (10), mostra que a gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mantém sólida aprovação entre os paulistas. De acordo com o levantamento, 61% dos entrevistados aprovam o governo, enquanto 33% desaprovam e 6% disseram não saber.

O estudo foi realizado entre os dias 1º e 3 de abril, ouvindo 1.500 pessoas em 81 municípios paulistas, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Os dados indicam que Tarcísio ainda goza de prestígio junto à população, mas há sinais de desgaste crescente.

Divisão na percepção de desempenho

Quando questionados sobre a qualidade da gestão, os entrevistados expressaram avaliações mais detalhadas. Para 41%, o governo estadual é “bom” ou “ótimo”, enquanto 33% o classificam como “regular”. Já 22% consideram a administração “ruim” ou “péssima”, e 4% não souberam responder.

O dado mais alarmante talvez seja o crescimento do índice negativo. Segundo o próprio instituto, a avaliação “ruim/péssima” dobrou em dois anos, indicando que, embora a base de apoio ainda seja robusta, há um aumento significativo na insatisfação.

Leitura política: estabilidade ou desgaste gradual?

A aprovação de 61% é, sem dúvida, um ativo político relevante, especialmente em um estado com peso estratégico como São Paulo. Tarcísio de Freitas, que assumiu o governo em janeiro de 2023, se beneficia da imagem de gestor técnico e da proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o que lhe garante um eleitorado fiel.

No entanto, o crescimento da desaprovação e da avaliação negativa pode sinalizar dificuldades no médio prazo. Fatores como a condução da segurança pública, transporte e investimentos em infraestrutura estão constantemente no centro das atenções e podem afetar a percepção da população.

Se por um lado a popularidade permanece alta, por outro, os números mostram que a gestão precisará reforçar o diálogo com setores descontentes e apresentar resultados consistentes para manter o atual patamar de aprovação.

O que esperar nos próximos meses?

Com a política nacional em constante ebulição e as eleições gerais se aproximando, os índices de Tarcísio servirão como termômetro não apenas para o seu governo, mas também para as articulações de 2026. Manter a confiança da maioria dos paulistas pode ser crucial para possíveis voos mais altos.

Edição JP – Imagem: Gov. de SP

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Tarcísio e o Xadrez de 2026: o prazo de Bolsonaro e a encruzilhada do governador https://jogodopoder.com.br/tarcisio-e-o-xadrez-de-2026-o-prazo-de-bolsonaro-e-a-encruzilhada-do-governador/ Wed, 09 Apr 2025 18:20:12 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=2623 Por mais que o relógio eleitoral permita ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) esperar até março de 2026 para se desincompatibilizar do cargo e concorrer à Presidência da República, os bastidores da política paulista indicam que o verdadeiro prazo está muito mais próximo — dezembro de 2025. E o motivo tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro.

Aliados próximos ao governador já tratam o fim deste ano como um divisor de águas. Se até lá Bolsonaro, atualmente inelegível, não passar formalmente o bastão para Tarcísio como seu sucessor legítimo na corrida presidencial, a tendência será clara: o governador deve recuar e mirar sua reeleição ao Palácio dos Bandeirantes.

A leitura entre os mais próximos é pragmática. Tarcísio não quer ser um “plano B” improvisado às pressas, tampouco se lançar em uma campanha presidencial com pouco tempo de articulação nacional, alianças robustas e base consolidada. Mesmo que o prazo legal permita, a política exige mais do que formalidades: exige estratégia, tempo e bênçãos públicas.

Do lado de Bolsonaro, o discurso é inabalável: ele ainda se vê como o grande nome da direita em 2026. Mas a realidade jurídica não acompanha esse otimismo. Declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2030, o ex-presidente dificilmente conseguirá reverter sua situação, mesmo com todas as investidas judiciais em andamento. No entorno de Tarcísio, essa possibilidade é vista como quase nula — e por isso, cresce a pressão para que Bolsonaro, em algum momento, se convença de que não poderá voltar às urnas e abra caminho para um novo nome do seu campo político.

O ponto curioso — e talvez mais estratégico — é que, por ora, a indefinição de Bolsonaro serve como uma espécie de escudo para Tarcísio. Ao não se apresentar abertamente como presidenciável, o governador paulista preserva sua gestão de ataques mais contundentes por parte da oposição. Um embate antecipado com Lula, por exemplo, mudaria completamente o tom e o foco do noticiário político — e também da crítica. Nesse sentido, a “sombra” de Bolsonaro funciona como uma blindagem temporária para o governo paulista seguir operando com menos turbulência.

Mas até quando esse jogo de sombras será sustentável?

Tarcísio, ex-ministro da Infraestrutura e gestor técnico por excelência, sabe que a política nacional não perdoa hesitações. Caso deseje de fato disputar o Planalto, precisará iniciar essa construção com clareza, discurso próprio e articulação de base. Ainda que tenha nascido politicamente sob as asas de Bolsonaro, sua trajetória como governador vem revelando um perfil mais moderado, institucional e até mesmo distante de algumas pautas bolsonaristas mais radicais. É justamente essa ambiguidade que pode se tornar força — ou fraqueza — dependendo de como ele se posicionar nos próximos meses.

O cenário de 2026 está longe de estar desenhado. Mas o tempo, esse sim, já começou a correr.

Edição Damata Lucas – Imagem: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Tarcísio defende endurecimento das leis penais: “Não dá para prender o mesmo ladrão 35 vezes” https://jogodopoder.com.br/tarcisio-defende-endurecimento-das-leis-penais-nao-da-para-prender-o-mesmo-ladrao-35-vezes/ Tue, 08 Apr 2025 20:58:05 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=2573 Durante participação no “Brazil Investment Forum”, promovido pelo Bradesco BBI nesta terça-feira (8), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a criticar a legislação penal brasileira e pediu mudanças urgentes no sistema de Justiça para conter a escalada da criminalidade no país.

“Existe necessidade de mudar a legislação. Não dá para a polícia prender o mesmo ladrão 35 vezes. As pessoas não ficam na cadeia”, afirmou o governador diante de empresários e investidores, em São Paulo.

Tarcísio citou um caso recente para ilustrar sua crítica:

“A gente prende um cara com 860 quilos de cocaína e o que acontece na audiência de custódia? É solto.”

Segundo ele, é preciso rever dispositivos que acabam favorecendo a reincidência, como os benefícios concedidos em audiências de custódia.

“O cara que é reincidente não pode se beneficiar de uma audiência de custódia. Tem muita coisa que a gente precisa rever”, reforçou.

Além das mudanças na legislação penal, o governador destacou a importância de uma integração mais efetiva entre os órgãos de segurança pública. Para ele, sem cooperação entre instituições como o Coaf, Receita Federal e Polícia Federal, o combate ao crime organizado perde força.


PEC da Segurança Pública avança com novo texto e mudanças importantes

Enquanto isso, em Brasília, o governo federal deu mais um passo na tentativa de reestruturar o sistema nacional de segurança. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, apresentaram ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a nova versão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

Entre os principais pontos do novo texto, destaca-se a inclusão das guardas municipais como parte do sistema de segurança pública previsto na Constituição. Com isso, essas corporações passam a ter respaldo legal para atuar em ações de policiamento ostensivo e comunitário, além de poderem realizar prisões em flagrante — sempre sem se sobrepor às funções das polícias Civil e Militar.

A proposta também esclarece que as guardas terão natureza civil e não poderão realizar investigações criminais. Assim como outras forças policiais, estarão sujeitas ao controle externo do Ministério Público.

Outra mudança relevante recai sobre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que poderá ganhar novas atribuições. Pela nova redação, ela poderá realizar policiamento ostensivo em rodovias, ferrovias e hidrovias federais, passando a se chamar Polícia Viária Federal.

Já a Polícia Federal terá ampliado seu campo de atuação, podendo combater crimes ambientais e agir contra facções e milícias que operem além das fronteiras estaduais — ou até internacionalmente.


Coordenação entre União, estados e municípios é prioridade

A nova versão da PEC visa estabelecer um sistema unificado de combate ao crime organizado, integrando ações entre União, estados e municípios — uma demanda antiga de governadores e prefeitos, que temiam interferência excessiva da União sobre suas forças locais de segurança.

Agora, com o novo texto, o governo espera viabilizar um modelo de atuação conjunta, respeitando as autonomias locais, mas fortalecendo o enfrentamento ao crime por meio de ações coordenadas.

A PEC será analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, atualmente presidida pelo deputado Paulo Azi (União-BA). Se aprovada, segue para uma comissão especial e, depois, ao plenário da Casa, onde precisa ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado.

Edição JP – Imagem: 

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