guerra de israel – Jogo do Poder https://jogodopoder.com.br Portal de Notícias - Piauí, Brasil, Política, Economia Tue, 27 May 2025 13:44:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://jogodopoder.com.br/wp-content/uploads/2025/03/images-1-150x150.png guerra de israel – Jogo do Poder https://jogodopoder.com.br 32 32 Brasil participa de coalizão para ajudar Gaza e pressionar Israel https://jogodopoder.com.br/brasil-participa-de-coalizao-para-ajudar-gaza-e-pressionar-israel/ Tue, 27 May 2025 13:44:17 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=4453 O governo brasileiro participou de encontro com 19 países, neste domingo (25), em Madri, na Espanha, onde foram discutidas medidas para ajudar a Faixa de Gaza, e pressionar Israel para que suspenda a guerra, incluindo a possibilidade de sanções. As discussões priorizaram ainda ações para viabilizar a chamada solução de dois Estados, um palestino e outro israelense, apesar de Israel rejeitar a criação do Estado palestino.

Organizado pelo governo da Espanha, reuniu chanceleres de 20 países, incluindo Alemanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda, Turquia, Itália, Egito, Jordânia, Arábia Saudita, Catar, Bahrein e Marrocos.

O Brasil foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que criticou a inação da comunidade internacional diante do massacre da população civil em Gaza.

“Ninguém poderá alegar desconhecimento sobre as atrocidades em curso, transmitidas diariamente ao vivo pelos meios de comunicação. Nenhum interesse nacional, nenhuma consideração de política doméstica justificam o silêncio diante de crimes que erodem os alicerces do ordenamento jurídico internacional”, afirmou Vieira na reunião em Madri.

O Itamaraty explicou que o encontro busca ainda a preparação para a Conferência sobre a questão Palestina prevista para os dias 17 a 20 de junho, em Nova York. O Brasil vai coordenar um dos grupos de trabalho da cúpula da ONU sobre a Palestina.

Israel tem rejeitado, sistematicamente, a possibilidade da construção do Estado palestino. Em julho de 2024, o parlamento israelense aprovou resolução contra o Estado palestino argumentando que isso representaria “um perigo existencial para o Estado de Israel e seus cidadãos”.

O professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), Mohammed Nadir, avaliou, em entrevista à Agência Brasil, que o encontro foi ousado e corajoso e representa uma mudança nas relações de países da União Europeia (UE) com Israel.

“Quebra aquela relação de vassalagem cega da União Europeia para com Israel. Mas tenho sérias dúvidas se isso pode se concretizar, porque muitos países vão continuar fornecendo armas a Israel de forma pública ou secreta. Israel tem um lobby forte na Europa e no mundo, sobretudo, nos Estados Unidos”, comentou.

Sanções contra Israel

O chanceler espanhol, José Manuel Albares, destacou que a Espanha defende a suspensão do acordo da União Europeia (UE) com Israel, além de um embargo de armas para impedir a venda de armamentos à Tel-Aviv e sanções individuais contra aqueles que impedem a construção do Estado palestino.

“Gaza é uma ferida aberta na humanidade. Não há palavras para descrever o que está acontecendo agora em Gaza, mas a ausência de palavras não significa que devamos permanecer em silêncio. O silêncio neste momento é cúmplice”, disse no encontro.

A ofensiva de Israel em Gaza tem sido considerada um genocídio por diversos países, organizações de direitos humanos e especialistas. O governo de Tel-Aviv nega e diz que busca destruir o Hamas e recuperar os reféns feitos em 7 de outubro de 2023.

O chanceler espanhol defendeu que não pode haver venda de armas a Israel. “E devemos rever a lista nacional de sanções individuais que cada um de nós tem, e que a União Europeia também te, para garantir que não permitamos que aqueles que não querem a solução de dois Estados tenham sucesso e tornem um Estado palestino inviável na prática”, afirmou José Manuel Albares.

Entre 2019 e 2023, os EUA foram responsáveis por 69% das armas importadas por Israel, a Alemanha foi responsável por 30% e Itália 0,9%, sendo os três principais fornecedores de armas para Tel-Aviv, segundo estudo do Instituto Internacional de Pesquisa de Paz de Estocolmo (Sipri).

“Os EUA intensificaram rapidamente a ajuda militar emergencial a Israel após 7 de outubro de 2023. Até 10 de outubro, os EUA teriam transferido mil bombas guiadas GBU-39 para aeronaves, uma entrega acelerada sob um contrato previamente assinado. Desde então, também aceleraram a entrega de armas importantes sob contratos anteriores e enviaram ajuda militar emergencial adicional”, diz o Instituto.

O professor Mohammed Nadir acrescentou que as medidas discutidas no encontro de Madri não afetam Israel no curto prazo. “Israel é um produto colonial do ocidente que ele não pode sacrificar”, disse.

Na última semana, uma pequena quantidade de suprimentos foi permitida entrar no enclave após mais de dois meses e meio de bloqueio completo. Porém, a quantidade é muito inferior à necessária. Israel teria permitido a entrada de apenas 100 caminhões, sendo que 500 caminhões entravam, por dia, em Gaza antes da guerra.

As Nações Unidas (ONU) alertam que a fome imposta à população pode levar a morte de dezenas de milhares de pessoas em uma população já quase toda deslocada por causa dos bombardeios de Israel. 

Entenda

Em 1948, com a criação do Estado de Israel, mais de 700 mil palestinos foram expulsos de suas terras. Muitas dessas famílias ou seus descendentes vivem em Gaza ou em assentamentos na Cisjordânia. Ao contrário de Israel, nunca foi criado um Estado palestino, conforme previa resolução da ONU que sugeriu a divisão da Palestina entre dois Estados. 

Após várias guerras e diversos levantes palestinos contra a ocupação dos seus territórios históricos, foram assinados os Acordos de Oslo, em 1993, que previam a criação do Estado palestino. Porém, os compromissos nunca foram cumpridos. Desde então, a ocupação da Cisjordânia por colonos israelenses só tem aumentando, medida considerada ilegal pelo direito internacional.

Em 7 de outubro de 2023, o grupo Hamas invadiu vilas e comunidades israelenses matando 1,2 mil pessoas e sequestrado outras 220, em uma ação que seria uma resposta ao cerco de 17 anos contra Gaza e contra a ocupação da Palestina.

Desde então, Israel iniciou uma ofensiva sem precedentes contra Gaza devastando a maior parte do território, deslocando a maior parte da população civil e assassinando mais de 53 mil pessoas. Ao mesmo tempo, Israel avança na Cisjordânia tendo já deslocado mais de 40 mil pessoas.

Fonte: Agência Brasil – Imagem: ONU News

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Emirados Árabes chegam a acordo com Israel para envio de ajuda a Gaza em meio a crise humanitária https://jogodopoder.com.br/emirados-arabes-chegam-a-acordo-com-israel-para-envio-de-ajuda-a-gaza-em-meio-a-crise-humanitaria/ Wed, 21 May 2025 14:05:20 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=4221 Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta quarta-feira (21) que chegaram a um acordo com Israel para viabilizar a entrega de ajuda humanitária urgente à Faixa de Gaza. A medida surge em meio a uma escalada da crise humanitária no território, que sofre com o bloqueio imposto por Israel e enfrenta risco iminente de fome em larga escala.

Na terça-feira (20), a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que cerca de 14 mil bebês correm risco de morte por desnutrição nos próximos dois dias, caso a ajuda humanitária não seja intensificada de forma imediata.

De acordo com a agência de notícias estatal dos Emirados, WAM, o chanceler Abdallah ben Zayed Al-Nahyane discutiu a situação com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, o que resultou no acordo. A ajuda inicial atenderá às necessidades alimentares de aproximadamente 15 mil civis em Gaza.

Pressão internacional e resposta limitada

A grave situação levou o governo britânico a suspender, também na terça-feira, as negociações comerciais com Israel. Além disso, o Reino Unido convocou o embaixador israelense em Londres como forma de protesto contra o bloqueio da ajuda humanitária. A União Europeia também anunciou que irá revisar os laços políticos e econômicos com Israel.

A alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, afirmou que a maioria dos ministros europeus é favorável à revisão do acordo de associação com Israel, devido ao não cumprimento da cláusula de Direitos Humanos.

“A situação em Gaza é catastrófica. A ajuda que Israel autorizou é bem-vinda, mas representa apenas uma gota no oceano. O fluxo de ajuda precisa ser imediato, desobstruído e em grande escala”, declarou Kallas.

Em resposta, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel rejeitou as críticas e afirmou que elas demonstram “total incompreensão da complexa realidade enfrentada por Israel”. A nota oficial acrescenta que “críticas unilaterais apenas fortalecem o Hamas”, e reiterou que o grupo islâmico é o principal responsável pela continuidade da guerra.

Retomada parcial da ajuda

No início da semana, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, admitiu que era necessário evitar imagens de fome em Gaza, “por razões diplomáticas”, e anunciou uma retomada limitada da entrada de ajuda humanitária. Segundo ele, 93 caminhões da ONU teriam sido autorizados a entrar no território, embora a organização tenha relatado que apenas uma fração desse total conseguiu acesso efetivo.

Apesar da ajuda simbólica, os bombardeios israelenses seguem intensos. Na última noite, segundo autoridades de saúde palestinas, 85 pessoas morreram em ataques aéreos. O Exército de Israel informou que os alvos eram centros de comando do Hamas e que os civis foram previamente alertados.

Acusações de genocídio e limpeza étnica

O bloqueio da ajuda humanitária e a continuidade dos ataques têm gerado acusações internacionais de genocídio e limpeza étnica contra Israel. Diversas organizações de direitos humanos e líderes políticos vêm denunciando a gravidade da situação e pedindo uma resposta coordenada da comunidade internacional.

Enquanto isso, a população de Gaza enfrenta uma realidade de escassez extrema, com crianças à beira da morte por inanição e a infraestrutura do território devastada após meses de bombardeios.

Edição: Damata Lucas – Imagem: ONU News

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Palestinos em Gaza estão sob risco de passar fome, dizem especialistas https://jogodopoder.com.br/palestinos-em-gaza-estao-sob-risco-de-passar-fome-dizem-especialistas/ Mon, 12 May 2025 17:59:27 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=3874 O panorama da Classificação Integrada de Segurança Alimentar, IPC na sigla em inglês, informa que 470 mil pessoas em Gaza estão enfrentando “fome catastrófica”, como é chamada a fase 5 do IPC.

O levantamento sugere que todos os palestinos em Gaza já estão vivendo com insegurança alimentar aguda. E se nada for feito, 71 mil crianças e mais de 17 mil mães precisarão de tratamento urgente.

Obrigação internacional

No início deste ano, várias agências da ONU alertaram para a necessidade de cuidados médicos necessários a 60 mil menores por causa da escassez de alimentos.

A situação se agravou após o bloqueio que começou em 2 de março e o fechamento das fronteiras. Com isso, muitos ganhos obtidos durante o cessar-fogo foram revertidos.

A diretora executiva do Progama Mundial de Alimentos, WFP, Cindy McCain disse que é obrigação da comunidade internacional agir com urgência para que a ajuda reentre Gaza.

Ela adverte para a corrida contra o tempo evitando que a fome seja confirmada.

Várias famílias estão morrendo na fronteira muito perto dos carregamentos de comida que não podem entrar em Gaza.

Crianças em Gaza esperando para que seus recipientes vazios sejam enchidos com comida
UN News – Crianças em Gaza esperando para que seus recipientes vazios sejam enchidos com comida

Falta de água e saneamento básico

A grande maioria das crianças na cidade enfrenta extrema privação alimentar,  conforme confirmado por 17 agências da ONU e ONGs no relatório do IPC.

Além disso, existe uma escassez de água potável e de serviços de saneamento. A estimativa é de que a desnutrição aguda aumente em áreas como Gaza do Norte, Gaza e Rafah.

A diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, Catherine Russell, ressaltou que o bloqueio dizima os sistemas de saúde, eleva os riscos de fome e faz das crianças as maiores vítimas.

Ela pediu a todas as partes que evitem uma catástrofe, uma vez que as passagens e travessias da fronteira para a Gaza já estão fechadas há mais de dois meses.

Padarias apoiadas pelo PMA fecharam

A ONU informou que 116 mil toneladas métricas de assistência alimentar, que servem para alimentar 1 milhão de pessoas por quatro meses, já estão prontas para entrega no chamado corredores de ajuda.

As agências das Nações Unidas afirmaram que estão prontas para distribuir o auxílio.

No caso do PMA, os últimos estoques de alimentos para apoiar cozinhas comunitárias chegaram ao fim em 25 de abril. Em março, as 25 padarias apoiadas pela agência da ONU fecharam por falta de trigo e combustível.

Já o Unicef continua fornecendo água e serviços essenciais de nutrição.

Guterres elogia libertação de refém do Hamas em Gaza

Em nota separada, o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a libertação do refém americano-israelense, Edan Alexander, sequestrado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, quando o grupo realizou vários ataques contra Israel.

Guterres divulgou uma declaração, em Nova Iorque, nesta segunda-feira, afirmando que está “profundamente aliviado” com a libertação de Alexander que agora retorna a sua família após passar por uma terrível angústia em cativeiro.

Ele pediu o retorno do cessar-fogo e a libertação de todos os reféns dizendo que todos devem ser tratados com dignidade e de forma humana. Para Guterres, é preciso fazer chegar ajuda humanitária a quem precisa.

Fonte: ONU News – Imagem: ONU News

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Gaza em estado grave após 4 noites de bombardeios e 19 dias sob bloqueio de ajuda https://jogodopoder.com.br/gaza-em-estado-grave-apos-4-noites-de-bombardeios-e-19-dias-sob-bloqueio-de-ajuda/ Sat, 22 Mar 2025 15:40:16 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=1807 Em sessão do Conselho de Segurança, a coordenadora das Nações Unidas para o Processo de Paz no Oriente Médio homenageou as equipes da ONU e todos os trabalhadores humanitários em Gaza.

Sigrid Kaag prestou tributo a um funcionário da ONU morto numa explosão que deixou cinco feridos em estado grave, numa zona que havia sido classificada como livre de conflito.

Urgência da retomada de negociações

Ela expressou “profundo alarme” com a retomada dos ataques e pediu o retorno às negociações de cessar-fogo, acesso humanitário desimpedido e libertação imediata e incondicional dos reféns do Hamas.

Segundo fontes israelenses, 59 pessoas seguem em cativeiro, vivas ou mortas, de um total de 251 sequestrados em 7 de outubro de 2023 pelo Hamas e grupos aliados.

Sigrid Kaag enfatizou também que no período de 7 de dezembro de 2024 a 13 de março deste ano, 21 funcionários da ONU foram mortos em Gaza.

Ela reiterou os apelos do secretário-geral por “esforços para acabar com o sofrimento humano”, incluindo mediações para apoiar o fim da guerra e planejar a recuperação e a reconstrução em Gaza.

Palestinos identificam entes queridos que foram mortos em ataques aéreos em 18 de março
Unfpa/Media Clinic – Palestinos identificam entes queridos que foram mortos em ataques aéreos em 18 de março

Quatro noites de bombardeios

Os bombardeios israelenses em Gaza continuaram, pela quarta madrugada consecutiva, desde a ruptura do cessar-fogo na segunda-feira.

Profissionais humanitários da ONU declararam que a situação é grave e que a perda de vidas está acontecendo “em grande escala”. Segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, ligado ao Hamas, 600 habitantes morreram e cerca de 200 são mulheres e crianças.

O vice-diretor sênior da Agência da ONU de Assistência aos Refugiados Palestinos, Unrwa, disse que a maioria das mortes ocorreu durante a madrugada.

Falando de Gaza, Sam Rose explicou que as forças de segurança israelenses começaram a reocupar o Corredor Netzarim, que atravessa a Faixa de norte a sul.

Evacuações e bloqueios de ajuda

Em conversa com jornalistas, em Genebra, ele descreveu o impacto prejudicial das novas ordens de evacuação israelenses que afetam 100 mil habitantes, bem como da interrupção de entregas de ajuda humanitária desde 2 de março.

O representante da Unrwa afirmou que este é o período mais longo de restrição de assistência desde o início do conflito em outubro de 2023, após os ataques do Hamas ao sul de Israel.

Rose acrescentou que, se o cessar-fogo não for restaurado, os civis palestinos vivenciarão em perdas e traumas “ainda piores”.

O representante da Unrwa alertou que cerca de 1 milhão de pessoas  provavelmente ficarão sem alimentação este mês. Seis das 25 padarias que o Programa Mundial de Alimentos da ONU apoia já fecharam.

Rose vê o risco de um retorno gradual à situação vista nos piores dias do conflito, em termos de saques, agitação, frustração, e condições desesperadoras para a população.

Fonte: ONU News – Imagem: Unfpa/Media Clinic

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Crise humanitária em Gaza: Escassez de alimentos, medicamentos e combustíveis https://jogodopoder.com.br/crise-humanitaria-em-gaza-escassez-de-alimentos-medicamentos-e-combustiveis/ Mon, 10 Mar 2025 17:29:03 +0000 https://jogodopoder.com.br/?p=1223 A população da Faixa de Gaza enfrenta uma grave crise humanitária devido à escassez de alimentos, medicamentos e combustíveis, conforme relatado pela emissora Al Jazeera neste sábado (9). Cerca de 2,3 milhões de pessoas estão em situação extrema, agravada pelo bloqueio imposto por Israel, que interrompeu a entrada de suprimentos essenciais.

A falta de combustível afeta diretamente hospitais, redes de abastecimento de água e sistemas de saneamento, comprometendo serviços essenciais. Com a escassez de materiais de construção, moradores têm improvisado abrigos com escombros.

Organizações internacionais alertam para o risco de colapso no sistema de assistência médica e no fornecimento de alimentos, com relatos crescentes de desnutrição e falta de atendimento médico. Caminhões com suprimentos seguem retidos nas fronteiras, enquanto a crise se agrava.

Entidades humanitárias pedem a abertura de corredores seguros para entrega de ajuda emergencial, mas até o momento, não há sinalização de flexibilização das restrições. Agências da ONU seguem monitorando a situação, enquanto o tema continua em discussão em fóruns internacionais.

Fonte: Imprensa Internacional – Edição: Redação – Imagem: © Unicef/Abed Zagout

 

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