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Projeto Centro de Comando de Operações vai transformar Teresina numa cidade integrada e inteligente

A Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans) recebeu a visita do prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB), nesta sexta-feira (28). Na ocasião, o superintendente Major Cláudio Pessoa apresentou a obra em andamento do prédio físico e o projeto do Centro de Comando de Operações (CCO) de Teresina, que transformará a capital em uma gestão integrada com vários poderes dentro de uma sala recebendo imagens de toda cidade.

O prefeito estava acompanhado do vice-prefeito e secretário de Finanças (Semf), Robert Rios (PSB); do secretário de Planejamento e Coordenação (Semplan), João Henrique Sousa; do Secretário de Comunicação, Lucas Pereira, além de outros integrantes da equipe técnica da gestão e vereadores de Teresina.

O superintendente da Strans, Cláudio Pessoa, explicou que a visita serviu para que o prefeito pudesse entender e conhecer o projeto do CCO. “A vinda do prefeito foi para ele entender e conhecer o projeto, saber que a gente tem essa grande obra para entregar este ano.

O diretor de Trânsito e Sistema Viário da Strans, Pádua Vasconcelos, destacou que o objetivo da visita do prefeito e dos gestores da prefeitura foi para apresentar o projeto do CCO de Teresina. “Porque já é um projeto que nós temos a intenção de inaugurar ele agora no começo do segundo semestre”, adiantou.

Segundo Pádua Vasconcelos, o Centro de Comando de Operações é uma central de inteligência artificial que vai, via imagens, facilitar a coordenação de todos os poderes. “É uma gestão integrada com a Polícia, Strans, Defesa Civil, Samu – todos os poderes integrados da cidade dentro de uma sala, monitorando a cidade em tempo real, via imagem.”

O representante do Consórcio CCO Mobilidade, Rafael Barbosa, explicou que o Comando terá um sistema capaz de centralizar as informações que estão no campo da cidade.

“O projeto é ideal para a cidade de Teresina, considerando que ela vai sair de um patamar que hoje não é integrada, para uma cidade integrada ou uma cidade inteligente, ou seja, ela vai ter um sistema capaz de centralizar todas as informações que estão no campo da cidade. Os operadores poderão, cada um, dependendo da sua necessidade, acessar o sistema que ele lhe convém, como por exemplo o Samu, para saber sobre o tráfego do trânsito, se está lento ou difícil, qual o melhor caminho, a melhor rota”, disse Rafael Barbosa.

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