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Firmino é do saco da mesma farinha que tenta se impregnar na Prefeitura

“São todos farinha do mesmo saco” ou “eles querem subjugar Teresina”. Foram expressões ditas pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), em entrevista à imprensa local, referindo-se aos pré-candidatos ao Palácio da Cidade, principalmente àqueles que nas pesquisas estão na frente do seu pupilo, o pré-candidato Kleber Montezuma, para as eleições deste ano. Fica uma reflexão e uma indagação sobre que farinha é essa, cuja receita é a mesma, e é a mesma do mesmo saco que se impregnou na Prefeitura de Teresina e está lá, grudada, há quase 40 anos? E “subjugar” não é o mesmo que se impor no poder por meio de falsas promessas que nunca são cumpridas, por projetos enganosos que nunca saem do papel? Parece que vivemos uma ditadura dissimulada em Teresina.

Sabemos que Teresina é hoje um campo de batalha das eleições de novembro e todos os pré-candidatos têm as suas estratégias, as suas armas, para o enfrentamento, que deve ser sempre baseado em propostas realizáveis e alicerçado no respeito aos adversários. Não é isso o que estamos vendo do lado tucano, com essas expressões chulas, em vez de programas ou projetos de interesse coletivo.

O tratamento aos adversários tem que ser na base da educação que Firmino Filho tanto enaltece na sua gestão. Área que aos poucos vem sendo desnudada pela realidade, quando assistimos, tristes até, que a rede municipal de ensino está entregue à própria sorte, basta ver a paralisação dos professores desde março deste ano – e não é pela pandemia – mas por não cumprimento integral do piso salarial da categoria e por melhores condições de trabalho. E já está sendo comprovado que o ensino peca por não contribuir com um aprendizado de qualidade ao alunado teresinense.

Ao invés de tentar diminuir ou menosprezar os adversários do seu pré-candidato, Firmino deveria observar com quem anda. Deveria fazer uma reflexão de como sua postura tem revelado a sua verdadeira face, que é o da arrogância, do desprezo em relação aos contrários e à vontade popular, que nas pesquisas de intensão de voto, até agora, tem sim, dito na “sua cara” que não o aguenta mais e nem aceita a imposição do seu pupilo.

Redação