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Dr. Pessoa afirma que avalia desempenho da equipe de acordo com integração e cumprimento de metas

Em entrevista na manhã deste sábado (29) ao portal da Cidade Verde, o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB), confirmou mudanças em sua equipe administrativa que poderão ocorrer já a partir desta segunda-feira (31).

De acordo com prefeito, inicialmente, serão realizados apenas remanejamentos. Mas alertou que há critérios para que gestores permaneçam na equipe e citou dois critérios: cumprimento de metas e entrosamento de cada secretário ou detentor de pasta com toda a equipe, para que a administração possa seguir funcionando e evoluindo de forma integrada.

“Neste final de semana, vamos acabar de lapidar todas as etapas dessa nova fase da administração. Na segunda-feira será anunciado o remanejamento. Mas pode ser que no outro mês aconteçam demissões. Comparo a equipe à Seleção Brasileira (de Futebol) de 1970, que foi lá (México) e venceu. É preciso bater as metas e ter entrosamento com a equipe”, reiterou Dr. Pessoa.

Reforma administrativa

Na segunda quinzena de abril, o prefeito Dr. Pessoa teve aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores o projeto com a reforma administrativa na Prefeitura de Teresina. Ao todo, 21 dos 29 vereadores de Teresina votaram de forma favorável à reforma. Os vereadores Edson Melo e Venâncio Cardoso, ambos do PSDB, foram os únicos que se abstiveram dos votos.

Entre as mudanças, destacou-se a transferência de vinculação da Coordenadoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Governo para a Secretaria Municipal de Finanças.

A proposta aprovada também inclui a criação da Secretaria de Produção e Agropecuária e de duas gerências na Secretaria do Meio Ambiente, além da criação da Coordenadoria de Transportes na Secretaria de Administração.

O líder do prefeito na Câmara Municipal de Teresina, Renato Berger (PSD), ressaltou na ocasião que a nova reforma administrativa não irá implicar em novas despesas para os cofres públicos do município. “Tudo que está sendo criado está sendo tirado de outro órgão, para que não gere novas despesas”, argumentou.

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